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sexta-feira, 30 de Março de 2012

Argumentos a favor da evolução


Na semana passada falámos das estruturas homólogas e análogas que são um dos grandes argumentos a favor da teoria da evolução, mas existem outros que vamos agora abordar.
Fóssil
  • Paleontologia – a presença de organismos conservados para sempre sobre a forma fóssil sempre foi um grande problema para todos os fixistas e creacionistas que procuravam justificar a presença de seres que hoje já não existem através de criações divinas sucessivas. 
  • Órgãos vestigiais – são estruturas que se apresentam atrofiadas em algumas espécies hoje existentes, mas que comprovam que as mesmas estruturas já outrora foram desenvolvidas e funcionais nos ancestrais dessa mesma espécie. Podemos encontrar estas estruturas em serpentes que têm apêndices locomotores, ou mesmo o dente do ciso humano.
  • Biogeografia – a biogeografia refere-se à distribuição das diferentes espécies no nosso planeta, já pensaste onde existem marsupiais? Na Austrália e também na América do sul e porque é que não existem noutros locais do planeta? Aqui temos dois tipos de fenómenos os geológicos da separação dos continente e a evolução ocorrida sobre as espécies ancestrais, os que permaneceram em determinado espaço geográfico apresentam características mais parecidas entre si do que os que ficaram isolados destes. 
  • Embriologia – através do estudo dos embriões verificaram-se que espécies de classes diferentes apresentavam características no seu desenvolvimento embriológico em comum, como é o caso das fossetas branquiais que são transversais dos peixes, ao Homem, passando pelas aves e répteis, ainda que deem origem a estruturas diferentes.
DNA
  • Citologia – dedica-se ao estudo das células e hoje sabemos que estas são a unidade base de vida em todos os organismos celulares. Temos aqui uma prova de evolução transversal a grande parte das espécies que é a sua constituição mais básica- a célula.
  • Bioquímica – a nível molecular no interior das células encontramos o DNA que revolucionou a forma como se pensa a evolução, já que com este código de nucleótidos podemos relacionar geneticamente espécies diferentes e estabelecer relações evolutivas entre elas. Sendo esta situação proporcional às sequências de DNA que as espécies em análise apresentam em comum.

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