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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O Jardim Zoológico tem cada vez mais pinta!

Há 4 milhões de anos, antes de todos os outros grandes felinos, surgiu a Chita (Acinonix jubatus), o animal terrestre mais rápido do Mundo em curtas distâncias. Atinge os 75 km/hora em apenas 2 segundos e pode correr a 100 km/hora em distâncias de 300 a 500 metros! Mas nem a sua velocidade recordista, a livra da extinção. Atualmente, a Chita corre pela sobrevivência da sua espécie na Terra. Está extinta em pelo menos 13 países onde outrora foi abundante, e a sua população não ultrapassa os 15000 animais. Só nos últimos 20 anos a população mundial de Chitas diminuiu 30%! 

São várias as ameaças à sua sobrevivência. Adivinham qual é a mais séria? É isso mesmo, podem dizer, é o Homem. Ora se nós, o Homem, estamos a levar a Chita à extinção, também devemos ser nós a inverter esta situação. Faz-vos sentido? 
O Jardim Zoológico deitou mãos à obra e dedicou-se nos últimos anos à conservação desta espécie. E agora temos 5 boas notícias! Nasceram muito pequeninas com perto de 300g, e uma espécie de juba clara na cabeça, depois de um período de gestação de 3 meses. A mãe é extraordinária nos cuidados com os seus filhotes, tal como aconteceria na Natureza. 
Algumas espécies dependem da reprodução fora do habitat natural para sobreviverem, conservação ex situ. As chitas são uma delas. Travar o declínio da espécie, reproduzindo-a e possibilitando a reintrodução de animais no habitat natural, parece ser uma das formas mais significativas de conservação desta espécie. No entanto, o nascimento de crias é muito difícil. Enquanto alguns animais originam crias com facilidade sob cuidados humanos, esta espécie representa um enorme desafio para a ciência. Em 2010, das 90 instituições europeias com chitas ao seu cuidado, apenas 9 tinham já tido sucesso na reprodução da espécie. O Jardim Zoológico empenhou-se neste objetivo e investiu numa nova instalação que pretende ser o mais aproximado possível do habitat natural, e pensada para permitir um correto maneio reprodutivo e elementos de enriquecimento ambiental, este esforço estrutural em conjunto com uma alimentação adequada e o olhar atento de tratadores e veterinários, foram a chave do sucesso. 
Enquanto fazes a tua parte para a conservação da vida animal, vem ao Zoo e partilha esta alegria connosco. Até já!

Espécies invasoras – O caso da pitão-da-birmânia

Se visitares o Reptilário no Jardim Zoológico terás a oportunidade de conhecer algumas das maiores serpentes do mundo, como a pitão-reticulado ou a pitão-da-birmânia. São espécies constritoras, ou seja,   enrolam-se à volta das presas e matam-nas por asfixia. Ocorrem naturalmente no continente asiático, em florestas tropicais, junto a rios.
Com o aumento da procura de animais exóticos para animais de companhia é cada vez mais frequente a existência de pitão-da-birmânia em casas particulares.
A libertação voluntária ou involuntária destes animais iniciou um processo de invasão do sul da Flórida (Estados Unidos), com todos os prejuízos económicos e ambientais que estas invasões implicam.
A atual área de distribuição da espécie introduzida inclui o Parque Nacional Everglades, habitat de numerosas espécies raras ou ameaçadas. Sendo a única área da América do Norte com floresta tropical parece ter as condições ideais para o desenvolvimento da pitão-da-birmânia.
Há uma centena de anos que se desconfia que esta serpente exista no parque mas nos últimos anos têm tido um impacto cada vez maior, predando uma série de mamíferos e aves e, por vezes, até mesmo aligátores-do-mississipi, competindo de forma aguerrida com os predadores nativos. Cientistas documentaram, por exemplo, que entre 2003 e 2011 as contagens de guaxinins diminuíram 99,3% e não conseguiram detetar coelhos.
Os cientistas do parque e os seus parceiros têm desenvolvido uma grande quantidade de estudos científicos com o objetivo de caracterizar melhor a espécie e o seu comportamento, assim como definir os potenciais métodos de controlo.
Desde 2002 que já se recolheram mais de 1800 indivíduos de pitão-da-birmânia que, provavelmente representarão apenas uma pequena parcela da população total.
As medidas de controlo pretendem evitar novas invasões e gerir as existentes, bem como educar as populações, por um lado para que não libertem mais animais, e por outro para que lancem alertas sempre que os avistem em ambiente natural.
As espécies invasoras ameaçam a biodiversidade e o equilíbrio do ecossistema, alterando o habitat e a estrutura trófica, podendo levar à extinção das espécies nativas.
Sabe mais sobre esta situação em: http://www.nps.gov/ever/naturescience/burmesepythonsintro.htm 

Fica marado com o Marabu

Esta semana apresento-vos mais um animal da classe das aves com aspeto fora do vulgar, o Marabu (Leptoptilos crumeniferus). Ficarão ainda mais surpreendidos quando vos contar que é da família das cegonhas.
Talvez já tenham visto Cegonhas-brancas quando viajam nas estradas alentejanas, porque elas vivem em zonas abertas, como os campos de cultivo e pastagens que encontramos a sul do Tejo, por exemplo. Também o Marabu gosta deste tipo de habitat, humanizado ou natural, mas a sua distribuição está restrita a África, sobretudo na região compreendida entre o Deserto do Saara e a África do Sul.
Os marabus poderão ter mais meio metro que as suas primas portuguesas (atingindo 1,5m) e medir de uma ponta da asa à outra cerca de 3m, o que lhe confere o título da ave terrestre com maior envergadura.
Para além do tamanho e envergadura existem outras características distintivas do Marabu: o seu saco gular rosa (no pescoço), útil durante a corte, e a cabeça e o pescoço desprovidos de penas, úteis enquanto se alimenta.
Tal como a Cegonha-branca, o regime alimentar passa por insetos grandes e de vertebrados pequenos, mas caracteriza-se principalmente por ser necrófago. Se a cabeça e o pescoço tivessem penas ficariam cheias de sangue e outras sujidades quando coloca a cabeça dentro das carcaças, e teria muito mais dificuldade em manter-se limpo. Apesar de terem bicos longos (até 35cm) e grossos dependem dos abutres que, com os seus bicos curvos, rasgam as carcaças.
Esta espécie adaptou-se à presença do Homem, alimentando-se em lixeiras e matadouros, da mesma forma que o Homem beneficia da sua presença por esta eliminar a carne putrefacta e outros resíduos.
Dentro do género Leptoptilos existem mais duas espécies, asiáticas, estando estas ameaçadas de extinção.
Venham ficar marados com o nosso Marabu na apresentação do Bosque Encantado.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Cara-a-cara com o caracará

O Caracará (Caracara sp.) distingue-se facilmente por ter longas patas amarelas, bico adunco azul, face nua de pele amarela ou vermelha, peito claro estriado de negro e um penacho de penas negras na cabeça.
Apesar do seu aspeto fora do comum pertence à família dos falcões. Porém, tem uma dieta mais oportunista que os restantes elementos deste grupo. É sobretudo necrófago ou caça presas pequenas, mas também já foi visto a alimentar-se de frutos, em lixeiras ou a caçar em grupo presas maiores.
À semelhança dos elementos da sua família é um bom voador e planador, mas também está muito bem adaptado à marcha, passando longos períodos no solo.
Pode ser solitário, viver em casais permanentes ou, até, ser visto em grupo. Mantém comportamentos de limpeza com os indivíduos do mesmo grupo que, para além de os livrarem dos parasitas, poderá fortalecer os laços entre eles ou estabelecer hierarquias.
Algumas populações têm sido afetadas pelo destruição do habitat ou por atropelamentos devido à proximidade com as estradas, enquanto outras têm beneficiado com a abertura de zonas de pastagens, o seu habitat preferencial. Vivem exclusivamente no continente americano.
O seu nome comum é dado pelo som característico que emitem, normalmente acompanhado por um movimento da cabeça para trás.
Vem conhecê-lo na apresentação do Bosque Encantado.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"No Trilho da Ásia" ... Encontramos o "Gigante ameaçado

Quem será o “gigante” asiático ameaçado? Vamos dar-te umas pistas… é pesado, tem a pele enrugada e apenas um chifre. Isso mesmo… é o Rinoceronte-indiano (Rhinocerus unicornis).
É um dos maiores mamíferos terrestres, pesando em média 1800 kg (os machos podem atingir os 2700 kg). A sua pele é grossa, cheia de pregas e com pouco pelo. Ambos os sexos possuem um corno, que atinge em média 20 cm (mas pode chegar aos 60 cm) e é composto por queratina (mesmo material que tens nas unhas e no cabelo). As patas são relativamente curtas e fortes e cada uma exibe três dedos.
Pode ser encontrado no sudoeste do Nepal e no Nordeste da Índia, habitando zonas de pastagens e clareiras perto de cursos de água. Alimenta-se essencialmente de gramíneas, auxiliado pelo lábio superior preênsil. Os sentidos da audição e do olfato são bastante apurados, o que compensa a fraca visão. É um animal solitário, mas pode reunir-se em pequenos grupos em zonas lodosas para se refrescar. A fêmea atinge a maturidade sexual aos cinco anos e o macho aos nove. Na época do cio os machos lutam usando como arma (por vezes letal) não o chifre mas os dentes da mandíbula inferior. Após 16 meses de gestação nasce uma cria, que é amamentada até cerca dos 18 meses, ficando com a progenitora durante três anos (altura em que a fêmea fica novamente recetiva para acasalar). No habitat natural pode viver até aos 30-45 anos.
No início do século XX, com uma população de apenas 100 indivíduos, esteve à beira da extinção. Através de esforços conservacionistas, a sua situação melhorou e estima-se que existam aproximadamente 2500 indivíduos. Porém, a caça ilegal para obtenção do chifre e de alguns órgãos (usados na Medicina Tradicional Asiática) e a destruição do habitat continuam a ameaçar a espécie. De acordo com a IUCN apresenta atualmente o estatuto de Vulnerável. É uma das espécies incluídas na Campanha de Conservação “No Trilho da Ásia” do Jardim Zoológico de Lisboa, integrada na “Southeast Asia Campaign” da EAZA e da IUCN. No zoo de Lisboa existem quatro animais desta espécie, um macho e três fêmeas… vem conhecê-los melhor e participa numa visita guiada para ficares a saber algumas curiosidades sobre a sua vida aqui.

Ameaças ao equilíbrio dos ecossistemas: A problemática das espécies invasoras

Sabes o que é uma espécie invasora? É qualquer espécie (incluindo as suas sementes, ovos, esporos ou outro material biológico capaz de propagar a espécie) que não é nativa daquele ecossistema e cuja introdução (de forma acidental ou intencional) causa danos ambientais, de saúde pública e/ou económicos. Nem todas as espécies introduzidas tornam-se invasoras, mas a maioria adapta-se bem a diferentes condições ambientais e tem uma grande capacidade reprodutora, colonizando rapidamente o novo local e conduzindo a desequilíbrios no ecossistema. Estes são desencadeados por situações negativas que incluem competição e predação com espécies nativas, transmissão de doenças ou alteração do património genético e do comportamento das populações nativas.
Se calhar já te cruzaste com alguma ou até tens uma em casa sem saberes? Em Portugal existem várias espécies introduzidas, algumas com caráter invasor ou risco ecológico elevado. Ao nível da fauna temos por exemplo o lagostim-vermelho (Procambarus clarkii), a perca-sol (Lepomis gibbosus), a tartaruga-da-Flórida (Trachemys scripta elegans) e o pato-de-rabo-alçado-americano (Oxyura jamaicensis). Em relação à flora a mimosa (Acacia dealbata), o jacinto-de-água (Eichornia crassipes) e o chorão (Carpobrotus edulis) são apenas uma pequena amostra. O Decreto-Lei nº 565/99 de 21 de dezembro regulamenta a introdução na natureza de espécies não-nativas em Portugal e neste documento encontras a lista detalhada. O Homem começou a introduzir espécies para seu benefício (ex: alimentação, vestuário, companhia). Porém a globalização tem levado à sua dispersão e consequentemente ao aumento da severidade desta problemática. Um pouco por todo o Mundo especialistas tentam estabelecer medidas de gestão de populações invasoras, mas os processos são complexos e dispendiosos.
A prevenção e o conhecimento são essenciais e tu também podes dar o teu contributo: informa-te bem antes de adquirires qualquer espécie, se tiveres um animal ou uma planta não-nativos que não possas ter em casa informa-te com entidades responsáveis (ex: Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas) sobre como deves proceder, participa em ações de sensibilização e erradicação, promove debates ou faz cartazes para alertar a tua comunidade escolar.




Evolução dos Ursos – Parte 1: A origem dos ursídeos


A família dos ursos (Ursidae) é relativamente recente, surgiu à cerca de 20-25 milhões de anos (Ma), no início do Mioceno, partilhando um ancestral comum com a família dos cães (Canidae).
O género Cephalogale (do tamanho de um guaxinim) partilhava características com os canídeos e com os ursídeos, e estava principalmente distribuído na Eurásia. Deste género divergiram a subfamília  Hemicyoninae e o género Ursavus (para alguns autores, os primeiros verdadeiros ursos).
Os animais da subfamília Hemicyoninae, atualmente todos extintos, eram digitígrados ao contrário dos ursídeos hoje existentes (plantígrados). Para além disso, eram quase exclusivamente carnívoros enquanto que os atuais ursídeos, à semelhança do que aconteceu durante a evolução do género Cephalogale, têm uma forte componente vegetariana (exceção para o urso-polar).
Pensa-se que o género Ursavus (do tamanho de uma raposa) tenha dado origem às subfamílias dentro da família Ursidae. Dentro da subfamília a que pertenciam os Ursavus - Agriotheriinae - surgiram os géneros Indarctos, com um dieta mais herbívora, e Agriotherium, com uma dieta mais carnívora, ambos com tamanhos superiores aos dos elementos do género Ursavus, e com uma distribuição geográfica mais generalizada no hemisfério norte. A subfamília Agriotheriinae pode ter-se extinto devido à competição com outros elementos da subfamília Ursinae ou, mais provavelmente, pela elevada competição com outros grandes mamíferos carnívoros no início do Plioceno.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O BAILE DE MÁSCARAS DO PAVÃO


Era uma vez um pavão, muito fanfarrão, que se lembrou de organizar um gigantesco Baile de Máscaras. O pavão, na sua grande mansão, quis convidar muitos animais engraçados para um concurso de mascarados. Estava convencido que o seu vestido seria o mais belo que alguma vez se vira.
Andava há vários meses a deixar crescer as penas da cauda, magníficas com o seu brilho metálico, estonteantes com os seus ocelos, como se de verdadeiros olhos se tratassem. Queria enfrentar o seu primo, que o destino fadara a ser todo branco. Queria mostrar-lhe que as suas cores viçosas eram mais atrativas que as longas penas brancas que o primo arrastava pelo chão como os vestidos das noivas que tiravam fotografias no seu jardim. Mas a verdade é que a simpatia do primo dava cor à sua brancura e o tornava querido entre os demais.
Para se salvaguardar da concorrência, o pavão fanfarrão teve muito cuidado ao escolher os seus convidados. Estava convencido que era o mais belo, mas não gostava de correr riscos.
A primeira a chegar foi a osga-moura mas ninguém a viu toda a noite, tão bem camuflada estava na ombreira  da porta. Só o besouro-dourado se apercebeu da sua presença e ficou castanho de susto depois de escapar por um triz à sua língua. A zebra trazia um fato de presidiário e vinha acompanhada do mutum-de-capacete convencido de que estaria bem disfarçado de agente da autoridade. A pantera-negra tentou chegar discretamente como um ninja mas tropeçou numa pedra, que afinal era uma tartaruga-mordedora completamente imóvel à entrada da mansão.
O guaxinim de mascarilha ria-se da situação, mas logo se apercebeu que não ganharia o concurso quando viu o panda-vermelho chegar com um disfarce tão parecido com o seu. Os animais foram chegando e entrando, e juntaram-se à festa. O rinoceronte-indiano era um cavaleiro com a sua armadura, o leão com uma juba de estrela pop, a chita de jogador de futebol americano, até a pitão-reticulada enroscada à volta do pescoço de uma girafa não parecia mais do que um cachecol.
O prémio dessa noite poderia ser para o camaleão que chegou singelo no seu tom verde seco mas que a cada passo de dança ganhava uma nova cor ou um padrão diferente. Só não conseguiu imitar o azul metálico do pavão fanfarrão que ganhou o concurso por ser dono da mansão.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Workshops no Jardim Zoológico 2013

«Educar para conservar, pela arte» (NOVO)


Cada vez mais se torna indispensável incutir nas crianças e jovens os valores de respeitar a natureza, incentivando-as a agir de forma a ajudar na sua Conservação. Esta formação constitui, para aqueles que se interessam por temáticas no âmbito da Sensibilização Ambiental relativas a vários aspetos da Conservação da Natureza e Biodiversidade, incluindo o papel individual e coletivo de cada um, uma oportunidade única de exploração destes temas através de uma proposta de trabalho pedagógico multidisciplinar com imagem, som e movimento.
O Workshop EDUCAR PARA CONSERVAR, PELA ARTE oferece aos formandos a possibilidade de integrarem a equipa de guias / animadores do Jardim Zoológico, dotando-os de ferramentas para trabalharem nas áreas de educação ambiental pela arte. Trata-se de uma formação de 25 horas, uma oportunidade única de exploração destes temas através de uma proposta de trabalho pedagógico multidisciplinar com imagem , som, e movimento,
Em colaboração com: Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV). Curso a ser acreditado para professores pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua – CCPFC. Podes saber mais aqui


«2011-2020 BIODIVERSIDADE – EDUCAR PARA CONSERVAR»

Proclamada a Década da Biodiversidade pela Assembleia Geral das Nações Unidas até 2020, apresenta-se, assim, como uma importante oportunidade de educação ambiental, destinada ao desenvolvimento de uma população mundial consciente e informada sobre as atuais dificuldades e potencialidades no que se refere à conservação da Natureza e da Biodiversidade.
Por este motivo, o Jardim Zoológico vem novamente oferecer uma oportunidade de formação complementar de caráter teórico-prático e presencial, destinada em exclusivo a um público adulto, nomeadamente estudantes e profissionais das áreas da Biologia, Educação Ambiental e afins, e desta feita sob uma perspetiva principalmente orientada para a realização de jogos e atividades destinados à abordagem posterior deste tema, pelos formandos, em ações de educação ambiental.
«2011-2020 BIODIVERSIDADE – EDUCAR PARA CONSERVAR» oferece aos formandos a possibilidade de desenvolverem as suas competências, dotando-os de ferramentas para trabalharem na área da Educação Ambiental. Podes saber mais aqui.


“ANIMADORES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL”

Acompanhando a constante renovação e inovação do Jardim Zoológico, este Workshop constitui, para aqueles que se interessam por temáticas no âmbito da Sensibilização Ambiental relativas a vários aspetos da Conservação da Natureza e Biodiversidade, incluindo o papel individual e coletivo de cada um, uma oportunidade única de exploração destes temas que é conferida pela área zoológica e respetiva coleção animal do Jardim Zoológico.
Cada vez mais se torna indispensável incutir nas crianças os valores de respeitar a natureza incentivando-as a agir de forma a ajudar na sua Conservação. De uma forma lúdica e divertida vamos todos dar o nosso contributo para a Conservação da Natureza e da sua Biodiversidade que cada vez mais se torna tão urgente!
O Workshop de Animadores em Educação Ambiental oferece aos formandos a possibilidade de integrarem na Equipa de Animação do Jardim Zoológico, dotando-os de ferramentas para trabalharem nas áreas de Animação Ambiental. Podes saber mais aqui