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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Casais para a vida!


Sabia que no dia de S. Valentim o Jardim Zoológico oferece 50% de desconto no 2º bilhete de adulto? Sim, porque visitar o nosso Jardim também poderá ser muito romântico!

No Jardim Zoológico habitam algumas espécies que formam casais para a vida, embora a monogamia em alguns pares possa ser apenas temporária, por época de acasalamento por exemplo.

Para esta espécie o amor é uma dança!

Grou-do-japão
Os Grous-do-japão formam casais para a vida, são aves monogâmicas que cuidam das suas relações ano após ano, sendo caso para dizer, até que a morte os separe. Inspiração para as artes marciais orientais, o ritual de acasalamento dos grous é uma autêntica dança nupcial. Macho e fêmea caminham de asas abertas, dão pequenos saltos e fazem vénias um ao outro, lançam pequenos ramos ao ar e circundam o par. Este ritual é mais frequente em jovens casais do que em casais já estabelecidos, mas sabe-se que é utilizado não só na formação do casal como para fortalecer a ligação entre o par. Quem sabe no próximo Sábado não assiste a uma renovação de votos?

Neste ninho partilham-se as tarefas domésticas!

Tucano-de-peito-branco
Outra ave monogâmica é o Tucano-de-peito-branco, que durante a época reprodutiva apresenta rituais de acasalamento muito específicos, como os cuidados mútuos da plumagem, a oferta de alimentos, os batimentos mútuos com o bico, e a exibição das cores vivas da plumagem e do bico. É um casal que partilha as tarefas domésticas pois cooperam na incubação dos ovos, alternando entre eles para o outro poder ir alimentar-se.

Nas colónias desta espécie até existem creches!

Pinguim-do-cabo
Os Pinguins-do-cabo formam também casais cooperativos nesta tarefa de incubação dos ovos. Formam colónias de nidificação. O ninho é construído em tocas, debaixo de pedras ou de vegetação, de modo a ficar protegido do Sol. 
Podem formar-se pequenas creches com cerca de 5 aves.


Aqui o amor também se canta em dueto!


Mas porque esta característica não pertence só às aves falemos de um mamífero tão parecido connosco ou não fosse um primata, o Gibão-de-mãos brancas. O acasalamento pode ocorrer em qualquer época do ano. Após um período de gestação de 210 dias nasce uma cria que fica com o grupo familiar até aos cinco ou seis anos. A cria mais jovem dorme com a mãe, enquanto os outros jovens se deitam com o pai. Julga-se que este primata seja tendencialmente monogâmico apesar de haver registos de casais que não se mantêm para toda a vida. Os membros do casal vocalizam em duetos para fortalecer a sua ligação.


Gibão-de-mãos-brancas


1 comentário:

Anónimo disse...

falta aqui a arara jacinta, existe exemplo mais romantico?