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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Na sala de aula a criatividade é o limite!

Aos professores que queiram diversificar estratégias na sua sala de aula sugerimos algumas atividades que vão de encontro às metas curriculares do programa da disciplina de Ciências Naturais do 5º ano. 

Domínio "Diversidade de Seres Vivos e suas interações com o Meio" 
Objetivos: identificar e compreender os conceitos de biodiversidade e habitat;
Reconhecer a importância da conservação da biodiversidade animal. 
Desenvolvimento das competências de apresentação oral, pesquisa, criatividade e de expressão plástica.

Conteúdos: adquirir conhecimentos  sobre os  répteis  identificando as suas principais características e ameaças. Reconhecer e compreender diversos estatutos de conservação.

Recursos: Manual escolar, outra bibliografia e internet para pesquisa em casa. Materiais necessários à realização das tarefas criadas pelos alunos.

Atividade dinâmica:

Juntam-se as crianças em pares. Cada par recebe uma fotografia de um réptil. Uma das crianças terá como trabalho de pesquisa em casa informação  sobre  o regime  alimentar,  habitat  e  estatuto  de  conservação do animal que lhe calhou. A outra criança terá como trabalho em casa criar 1 tarefa/atividade para os colegas executarem na sala de aula que represente algo sobre o réptil que lhe calhou. Alguns exemplos de tarefas possíveis são: escolher um par de colegas e cada um ter que pintar no braço do outro o padrão da cobra-coral e da falsa-coral. Fazer uma corrida entre os colegas transportando uma batata numa colher com a boca de uma ponta da sala à outra, simulando os cuidados parentais dos crocodilos, entre outras, a criatividade é o limite.
De cada vez que um par apresentar à turma o seu trabalho a professora dá uma medalha de uma cor correspondente  ao  estatuto  de  conservação.  Se a espécie estiver criticamente em perigo ou em perigo, recebem uma medalha vermelha. Se estiver vulnerável ou quase ameaçada, a medalha será amarela, e se for pouco preocupante, recebem uma medalha verde.

Atividade plástica (90 min):

Material:
·        Cartão reciclado (rolos de papel cortados, caixas de cereais, etc)
·        Folha branca
·        Marcador preto
·        Cola branca ou líquida
·        Pincéis
·        Tintas


Nota: Atividades adaptadas das planificações das animadoras do ATL do Zoo, Beatriz Pinto (dinâmica) e Catarina Ramalho (plástica).

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Concurso nacional para escolas “Let it Grow – Pela biodiversidade local”.

Caro Professor: Motive os seus alunos a descobrir quais os principais fatores de ameaça das espécies locais participando no concurso nacional de escolas “Let it Grow – Pela Biodiversidade Local”. Uma ferramenta prática e efetiva que pode permitir a cada aluno, a cada escola, uma participação ativa na conservação da Natureza e  habilite-se a ganhar um programa único 
À noite no ZOO especialmente dirigido a grupos escolares.

A Terra é um enorme ecossistema em que tudo está interligado e a maneira como cada um age afeta o todo, num equilíbrio delicado. Desde as fossas oceânicas profundas às montanhas em altitude, que vivem animais, plantas, algas, fungos e inúmeros microorganismos que se relacionam entre si. A essa diversidade de seres vivos contida num ecossistema, chamamos Biodiversidade.

Portugal insere-se na área geográfica da bacia do Mediterrâneo. E esta constitui uma área invulgarmente rica do ponto de vista biológico. Das mais de 1900 espécies de animais avaliadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), muitas são as que estão ameaçadas. Esta região a que Portugal pertence, está mesmo classificada como sendo um dos 34 Hotspots de Biodiversidade do planeta. Ou seja, é uma zona em que se concentra um elevado número de espécies, muitas delas só ali existentes (espécies endémicas), e que constitui uma área prioritária de Conservação por estar sob um considerável grau de ameaça.

A campanha Let it Grow – Pela Biodiversidade Local, visa contrariar a perda da biodiversidade europeia e valorizá-la junto das populações locais. De norte a sul, Portugal apresenta um mosaico de biodiversidade incrível. Sabe que espécies habitam no nosso país? E quais as suas ameaças? 
É urgente agir!

O Jardim Zoológico, em parceria com a Associação Bandeira Azul para a Europa (ABAE) – através do programa Eco-escolas, o portal BioDiversity4All e a Direção Geral de Educação (DGE), lança o concurso nacional para escolas “Let it Grow – Pela biodiversidade local”.

Dirigido a alunos da educação pré-escolar, ensino básico, ensino secundário e profissional, o concurso pretende promover a conservação da biodiversidade local através de uma campanha de sensibilização dirigida a toda a comunidade, em especial, à comunidade onde estão inseridas. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O mistério dos morcegos

Mamíferos voadores? Sim eles existem, têm asas mas não põem ovos nem possuem bico.

Os morcegos, esses seres que nos despertam tanto medo quanto curiosidade, pelas suas características únicas e inconfundíveis, têm sido ao longo dos tempos símbolo de tudo que envolve magia, mistério e escuridão, como a época festiva em que nos encontramos, o Halloween.

A sua característica mais emblemática são as suas asas, formadas por uma camada dupla de pele que se estende das laterais do corpo até aos 4 dedos alongados de cada pata anterior. As suas patas e dedos muito longos são na verdade a estrutura das suas asas.

Outra das suas características fundamentais é a ecolocalização que eles utilizam para voarem no escuro, que se caracteriza pela localização à distância de objetos ou animais que possam ser obstáculos ao seu voo através da emissão de vocalizações e o tempo gasto para que estas sejam emitidas, refletirem no alvo e voltarem à fonte sob a forma de eco.

Os morcegos insetívoros usam esta capacidade para detetar presas em pleno voo, os intervalos da sua vocalização vão ficando mais curtos à medida que se aproximam de presas voadoras como borboletas e mosquitos por exemplo.
Existem mais de 900 espécies diferentes de morcegos, entre elas estão os famosos vampiros que se alimentam de sangue e deram origem a um imaginário de estórias sombrias como a lenda do Conde Drácula.

O facto de serem animais que se encontram ativos durante a noite e que necessitam da escuridão das grutas e cavernas para se recolherem durante o dia, confere-lhes um simbolismo de magia e mistério, que é muito diferente dependendo da cultura.

Não é só ambígua a sua fisiologia por ser o único mamífero capaz de voar, mas também existe ambiguidade naquilo que ele representa no mundo ocidental e oriental.

Nas culturas ocidentais o morcego possui uma simbologia negativa e está associado a universos sombrios, à morte e à noite. A imagem do morcego está relacionada ao vampiro, o Príncipe das Trevas, por ser um animal que suga o sangue de outros. Na China o morcego simboliza renascimento, felicidade, sorte e vida longa. O morcego simboliza, por ser um animal noturno, o desafio de atravessar a escuridão, enfrentando as dificuldades, para encontrar o caminho da luz e do bem.

Em Portugal existem perto de 25 espécies diferentes todas protegidas por lei, ao abrigo da Convenção de Berna e Diretiva de habitats. Nas últimas décadas tem-se assistido a um declínio nas populações de morcegos, em particular na Europa. Esta situação ocorre também em Portugal, onde nove espécies têm estatuto de ameaça desfavorável, nomeadamente Criticamente em Perigo, Em Perigo ou Vulnerável .

As suas principais ameaças são a destruição de abrigos, a utilização de pesticidas, a escassez de alimento, a perturbação dos abrigos por visitantes, a colisão com aerogeradores e o atropelamento.

Todos os morcegos que habitam no nosso país são insetívoros, não existem portanto vampiros em Portugal, os únicos que conseguirá ver por aqui são as personagens das lendas sombrias em noite de Halloween.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Mais vida no dia mundial do Animal

O meu nome é Soda, sou um Golfinho-roaz e venho apresentar-vos a minha cria que já tem 4 meses.

Este é o meu presente para todos os leitores e para todos aqueles que nos queiram visitar a partir de hoje no Jardim Zoológico e contribuir assim para a conservação da minha espécie e de tantas outras que os Zoos ajudam a conservar.

Porque esperei tanto tempo para vos apresentar a minha cria?

Não é de todo fácil o processo de reprodução da minha espécie sob cuidados humanos e mesmo após o nascimento há uma série de fatores que contribuem para a sobrevivência das crias. Agora que o vínculo entre progenitora e cria está estabelecido e que pela observação dos seus comportamentos podemos perceber que está saudável e ativa como se espera de um golfinho de 4 meses, foi chegado o momento de anunciar a todos a sua chegada. Não foi um parto fácil, eu já tenho 42 anos, uma idade considerada avançada para um Golfinho-roaz que vive sob cuidados humanos e para complicar ainda mais a minha cria resolveu nascer de cabeça. Para vocês, seres humanos, seria o ideal, mas para nós Golfinhos o habitual é nascermos de cauda. No topo da cabeça temos o espiráculo, que nos permite respirar à superfície, por isso nascer de cabeça é tão ou mais perigoso para nós como é para os seres humanos nascerem de apresentação pélvica. Mas tudo correu bem e agora amamento a minha cria em exclusivo, aos 6 meses já vai poder iniciar a alimentação sólida em complemento com o meu leite materno que lhe continuarei a dar durante cerca de 18 meses. Não é fantástico! Até já estou a ensiná-la a vocalizar.

Sabiam que o Jardim Zoológico colabora em projetos de conservação dos Oceanos?
 Destacamos a colaboração no Projecto ABRIGOS, uma rede de apoio a mamíferos marinhos que tem como objetivo recuperar e, sempre que possível, reabilitar mamíferos marinhos para posterior reintrodução ao meio natural.
 Colabora ainda com o ICNF e a RNES – Reserva Natural do Estuário do Sado – na realização de um Plano de Ação para a Salvaguarda e Monitorização da população de Golfinho-roaz do Estuário do Sado.

Como forma de assinalar o Dia do Animal, o Jardim Zoológico abre hoje as portas da Casa da Lagoa, um local resguardado, que muitas vezes serve de maternidade para o Golfinho-roaz que aqui habita. Assim ao vir conhecer esta nova família estará a ajudar o Jardim Zoológico na conservação desta espécie tão emblemática do Estuário do Sado.


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Nos bastidores do Zoo - o que comem os felinos

A dieta dos animais pode ser carnívora e a sua categoria taxonómica não o ser e nem todos os animais da ordem dos carnívoros têm uma dieta carnívora, isto quer dizer que temos animais da ordem carnívora que são omnívoros por exemplo, e animais com uma dieta carnívora como alguns répteis mas que obviamente não pertencem à ordem acima referida.

Mas a ordem dos Carnívoros  (categoria taxonómica dentro dos mamíferos) engloba famílias, géneros e espécies com características comuns para além da sua dieta (a qual nem sequer é carnívora em todos os casos).
Possuem dentição de características próprias: incisivos curtos; caninos longos, fortes e de secção ovalada; pré-molares adaptados para cortar e molares com cúspides pontiagudas, sendo quatro destes dentes denominados dentes carniceiros,  graças à sua adaptação como “ferramentas” para despedaçar. É nos felinos que podemos observar todas estas características mais desenvolvidas, ou não fossem adaptações essenciais ao seu regime alimentar.

E por falar em regime alimentar e dieta carnívora, tens ideia da quantidade de carne necessária para alimentar os felinos do Zoo? E nunca te questionaste que variedade de carne eles comem?
O facto de não viverem no seu habitat natural não é desculpa para não terem uma alimentação rica e variada, e isto inclui obviamente atividades de enriquecimento alimentar como a colocação de animais vivos nas instalações para que mantenham a sua condição de predador com o seu inegável instinto de caça.

Para alimentar os nossos carnívoros temos muitos fornecedores diferentes, de carne de cavalo, de coelho, de galinha e de codornizes. Vamos alternando entre 200 kg de galinhas e codornizes de 2 em 2 meses, que são dadas vivas. Comem cerca de 25 coelhos de 15 em 15 dias. Só os felinos por dia comem cerca de 130 kg de carne, semanalmente precisamos de encomendar cerca de 700kg de carne, são no total cerca de 70 toneladas por ano. E se estás a fazer contas e 130 kg x7 não dá 700kg é porque eles não comem 7 dias por semana, têm 1 dia de jejum que simula o jejum a que o organismo deles estaria habituado se vivessem no seu habitat e não conseguissem caçar todos os dias.
Consegues imaginar? Se vieres visitar o Jardim Zoológico de manhã poderás ter a sorte de assistir a um enriquecimento alimentar. Estes enriquecimentos permitem estimular os comportamentos naturais dos animais selvagens, para garantir o sucesso das reintroduções no seu habitat natural, como no caso recente do Leopardo-da-pérsia. 



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Uma ida ao Jardim Zoológico

No dia 2 de janeiro, estava um belo dia de inverno, com o sol a brilhar. Eu e a minha família entrámos no Jardim Zoológico às 10 horas, para uma aventura num Sábado Selvagem. Passados 15 minutos, veio ao nosso encontro a bióloga Rita, que nos acompanhou durante todo o dia.
A Rita disse-nos o que íamos fazer durante esta visita ao Zoo: primeiro íamos alimentar os lémures; segundo, íamos ao Bosque Encantado; terceiro, íamos alimentar os elefantes; e quarto, íamos brincar com os golfinhos.
Começámos a nossa visita e a bióloga Rita contou-nos um pouco da história do Zoo. Este espaço foi inaugurado no ano MDCCCLXXXIV (1884). Hoje em dia, habitam no Jardim Zoológico cerca de dois milhares de animais, que se dividem por cerca de 300 espécies.
O primeiro contacto que tivemos com os animais foi muito barulhento, pois estávamos no recinto das araras, que era parecido com uma gaiola grande hexagonal.
Daqui, seguimos para a alimentação dos lémures, onde nos esperavam duas das suas tratadoras. Elas ensinaram-nos a preparar a comida destes simpáticos animais. Então, eu e o meu irmão estivemos a misturar, numa massa pegajosa, maçãs partidas em quartos, metades de nozes e muitas passas de uva. Entrámos finalmente no recinto dos lémures e foi muito divertido alimentar estes animais fofos e queridos, que têm umas caudas em sequência – preto/branco/preto/branco.

Saímos dali muito felizes, mas já atrasados um quarto de hora (15 minutos) para a visita ao Bosque Encantado, onde já estava um tratador ansioso por nos mostrar alguns animais arrepiantes, como, por exemplo, um lagarto e um jacaré, que mediam entre 30 e 80 centímetros, e uma cobra com cerca de três metros.
Depois, seguimos para ver o espetáculo das aves de rapina. Lá, dois falcões fizeram um voo magnífico e uma águia fez um voo na diagonal.
Chegou a hora do almoço e fomos almoçar ao restaurante “Mata Zoo”. A refeição custou 52 euros, o meu pai pagou com três notas de 20 euros e recebeu oito euros de troco.
Depois do almoço, a aventura continuou e, antes de chegarmos ao recinto dos elefantes, passámos por muitos espaços de animais que nos faziam lembrar figuras geométricas: o rinoceronte no seu charco retangular, o tigre branco no seu recinto quadrado e a encosta dos felinos que parecia um círculo. E acreditam que estava um canguru sentado no vértice da sua casa, em forma de prisma triangular?
Quando chegámos ao pé dos elefantes, estava um tratador à nossa espera para nos explicar como vivem estes animais no Zoo. Levou-nos ao celeiro, onde estava armazenada a comida dos elefantes, e contou-nos que cada elefante pode comer até 300 quilogramas por dia, o que multiplicado pelos sete elefantes que vivem no Zoo, dá um total de 2100 quilogramas de comida por dia! Fomos então dar comida a estes grandes animais e foi muito engraçado dar-lhes maçãs e cenouras. Eles colocavam a tromba entre as barras da jaula, que pareciam muitos segmentos de reta paralelos. Cada vez que nós lhes dávamos comida, eles encharcavam-nos! Quando saímos dos elefantes, eu vinha feliz e salpicado.
Seguimos para o reino da macacada. Lá, encontrámos cinco gorilas, oito orangotangos, 27 chimpanzés e 16 macacos. Esta população de primatas tem uma frequência absoluta total de 56 animais e a moda são os chimpanzés brincalhões. 
Por fim, chegou o momento que mais esperávamos: os golfinhos! Fomos então muito apressados para a Baía dos Golfinhos ver os seus habitantes. Esta apresentação é considerada a moda de todas as apresentações, uma vez que é a mais procurada do Zoo. No final da apresentação, fomos aprender como vivem os golfinhos e uma das suas tratadoras explicou-nos como se treinam estes animais.

Para terminar, fomos até à enorme piscina onde os golfinhos estavam à nossa espera para brincar. Eu e o meu irmão atirámos bolas (que eram esferas) para os golfinhos. Eles mandavam-nas de volta, com muita água. Ficámos, ainda, a saber que estes animais adoram comer cubos de gelo para se refrescarem. Com esta visita, os golfinhos ficaram felizes e contentes… E nós também!
Este Sábado Selvagem foi fabuloso! Adorei a visita ao Jardim Zoológico! 
Autor: André Reis
Ano de escolaridade: 3.° Ano
Escola: Colégio dos Plátanos – Rinchoa
Professor responsável: Nuno Bacalhau
3.° classificado na Categoria A1
No âmbito do concurso "Um conto que contas" da responsabilidade da Comissão Organizadora em colaboração com a Delegação Regional do Sul e Ilhas da Sociedade Portuguesa de Matemática, e Aplicações, da Associação de Matemática Interactiva e Lúdica - AMIL e da Delta Cafés. Este concurso foi aberto à participação de todos os estudantes que frequentam escolas públicas e privadas, do 1º ao 12º ano de todo o país.






sexta-feira, 17 de junho de 2016

CONCURSO NACIONAL ESCOLAS - Prémios Secundário

E os Prémios relativos ao SECUNDÁRIO foram para:

1º Lugar - ESCOLA SECUNDÁRIA GAIA NASCENTE - Prof- Sandra Manuela de Matos Rodrigues e os alunos Tiago Costa, Tiago Antunes, David Martins e João Cardoso com o video:

2º Lugar - COLÉGIO GUADALUPE - Prof. Sandra Seixas Poças Figueiredo e os alunos Afonso Barrocal, Afonso Botelho e António Mendes com o vídeo:






3º LUGAR - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CIDADE DO ENTRONCAMENTO - Prof. Maria Antónia Neves Lopes de Oliveira e as alunas Carolina Ferreira, Ana Gouveia, Maria Castro, Sofia Ramos, Francisca Martins e Mariana Ferreira com o vídeo:



MENÇÃO HONROSA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BEMPOSTA - Prof. Sandra Maria Carvalho Mendes e as alunas Miriam Isis e Raquel Narciso com o vídeo:


CONCURSO NACIONAL ESCOLAS "NÓS PELO LINCE E O LINCE POR NÓS" - Prémios 3º Ciclo

E os prémios relativos ao 3º Ciclo foram para:

1º Lugar- AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MADALENA - Prof. Odete Manuela Sequeira de Melo e as alunas Andreia Ferreira, Beatriz Tavares, Inês Tavares e Leonor Carvalho com o Video "A casa do Lince-ibérico":

2º Lugar - ESCOLA EB 2,3 MANUEL DA MAIA - Prof. Carla Nascimento e os alunos Ana Correia, Andreia Rodrigues, Augusta Alves, Bruno Nunes, Diana Matos e Diogo Gonçalves com o video:

3º Lugar - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO - Prof. Maria da Conceição Pires e os alunos José Fonseca, Hugo Pinto, Sandra Silva, Joana Martins, Bernardo Silva e Rúben Silva com o video "Olhar pelo Lince":

quinta-feira, 9 de junho de 2016

CONCURSO NACIONAL ESCOLAS "NÓS PELO LINCE E O LINCE POR NÓS"

A cerimónia de entrega de prémios do Concurso Nacional Escolas "Nós pelo Lince e o Lince por Nós" decorreu no Auditório do Jardim Zoológico com a presença da  responsável pelo Centro Pedagógico do Jardim Zoológico, Dra. Maria Antonieta Costa, do Senhor Secretário-Geral da Iberlinx, Dr. Carlos Rio de Carvalho, a Coordenadora Nacional do Programa Eco Escolas, Dra. Margarida Gomes e a representante da Direção Geral de Educação, Dra. Helena Gil.
Já referimos os premiados do 1º Ciclo, vamos agora publicar os trabalhos referentes ao 2º Ciclo do Ensino Básico:
2º Ciclo - 1º Prémio -  AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VOUZELA - Professor Paulo Fernando Dias Ribeiro com os alunos Bernardo Ribeiro, João Santos e Tomás Marques
Apresentação jogo A Reconquista do Lince
este grupo apresentou um jogo informático - A RECONQUISTA DO LINCE disponível para jogar em versão online, através da internet, com possibilidade de jogar através de ecrãs tácteis. É também possível a instalação no computador, tablet e smartphone. Todas as versões estarão disponíveis no sítio do projeto: www.aevouzela.net/lince


2º Ciclo - 2º Prémio
2º Ciclo - 2º Prémio - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CELEIROS - Professora Maria da Graça Dias Pereira com os alunos: Lara Monteiro, Francisco Barbosa, Francisco Morais, Sara Pereira; Leonardo Capelo e Gabriel Marques 





2º Ciclo - 3º Prémio - COLÉGIO BISSAYA BARRETO Professora Maria João Ferreira de Sousa Rodrigues - Trabalho coletivo da turma do 5º A





segunda-feira, 6 de junho de 2016

Concurso "Nós pelo lince e o Lince por nós"

Decorreu ontem, a cerimónia de entrega de prémios aos vencedores do concurso "Nós pelo lince e o Lince por nós", no auditório do Jardim Zoológico.

Ficam aqui algumas fotos da cerimónia e dos trabalhos vencedores do 1º ciclo.

Cerimónia de entrega dos prémios



1º CICLO

1º LUGAR - EB1/JI DE MIRATEJO – Prof. Isabel Maria Moura Lourenço - Guilherme José da Fonte Ribeiro (8 anos); Maria Madalena Alegria Cabecinha (8 anos); Miguel Lopes Rodrigues (8 anos)

Jogo da Glória - versão digital

                              




2º LUGAR - ATL das Escolas EB1 nº1 Belas e EB1 /JI Fonteireira – Prof. Paulo Sérgio Oliveira




Twister do Lince




No decorrer desta semana publicaremos os restantes trabalhos dos vencedores do Concurso "Nós pelo lince e o Lince por nós. Fiquem atentos.